sexta-feira, 12 de maio de 2017
quinta-feira, 11 de maio de 2017
UGT tenta no Senado minimizar efeitos danosos da Reforma da Previdência
O líder do governo no Senado, Romero
Jucá (PMDB-RR), recebeu nessa terça-feira (9) o presidente da União Geral dos
Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah e demais dirigentes das centrais sindicais
para começar a negociação a respeito da tramitação da reforma trabalhista no
Senado. Jucá, que é relator da reforma na Comissão de Constituição e Justiça,
disse que a reunião foi a primeira de uma série de encontros e negociações que
vão ocorrer com os sindicalistas antes da votação da reforma. Na ocasião, Patah
e os demais dirigentes também falaram com os outros senadores.
Ricardo Patah, lembrou ao senador
Jucá que o projeto original previa a valorização dos acordos coletivos, mas com
a manutenção de pontos que fortaleciam os sindicatos. O texto da Câmara,
segundo ele, desfigurou a reforma nesse ponto, o que deixou a estrutura de
negociação desequilibrada.O presidente da UGT estava acompanhado de Luiz Carlos
Motta, presidente da Federação dos Comerciários de São Paulo, de Chiquinho
Pereira, Secretario de Organização Sindical e Política da UGT. Isaú Chacon,
presidente da UGT-DF e dos deputados Roberto de Lucena e Ademir Camilo,
vice presidente da UGT nacional.
“É uma desestruturação num momento
grave que nós estamos vivenciando. O movimento sindical sempre trabalhou
acabando com a ditadura, acabando com a inflação, e o nosso trabalho é a
inclusão social e o crescimento econômico. Não dessa forma que está sendo
estruturada, tirando, na realidade, um dos elementos protagonistas da estrutura
brasileira, que é o movimento sindical”, afirmou.
Ele citou como exemplo o fato de que
as demissões não precisarão mais ser homologadas por representações sindicais,
assim como as negociações em empresas com mais de 200 funcionários, além do fim
do imposto sindical obrigatório. O senador Jucaouviu atentamente Patah e
assegurou que:
“Dependendo do mérito e do tipo de
proposta, ela pode ser discutida numa outra redação, pode ser discutida com uma
emenda de mérito, pode ser discutida com uma possibilidade de veto ou mesmo com
uma complementação de legislação em uma medida provisória, por exemplo. Então,
existem vários caminhos que podem fazer o texto ser melhorado. Vai depender do
debate técnico”, afirmou.
De acordo com o líder e relator, o
governo tem interesse de que o texto da reforma seja votado com rapidez, mas
também tem consciência da necessidade de negociação e do debate. Por isso,
segundo ele, a princípio não haverá pedido de tramitação em regime de urgência
para o texto que será analisado e votado nas três comissões previstas –
Constituição e Justiça, Assuntos Econômicos e Assuntos Sociais – antes de ir a
plenário.
“Vai depender dos relatores, dos
presidentes das comissões e do próprio ritmo que o Senado der. Nada impede que
a qualquer momento, se apresente ao relatório um pedido de urgência para ir ao
plenário. Agora, nós entendemos que não é necessário, tendo em vista que é
possível fazer um debate inteligente num prazo razoável”, afirmou.
Fonte: site da UGT
terça-feira, 9 de maio de 2017
Nova diretoria eleita com 98%
Foi
maciço o comparecimento dos associados às urnas no último dia 5 de maio,
sexta-feira, para eleger a nova diretoria do SINCOMAR , que vai dirigir o sindicato até 2021. A eleição e a apuração
ocorreu dentro das normas estabelecidas pelo estatuto da entidade e a nova
diretoria obteve 98% dois votos válidos. Significa, na prática, a aprovação do
trabalho da atual diretoria pela esmagadora maioria dos associados.
O
presidente Leocides Fornazza ressaltou após a proclamação do resultado, que a
aprovação da categoria à forma como o SINCOMAR vem sendo dirigido “é um incentivo para continuemos
nesse caminho, de fortalecimento da entidade , tanto nas ações sindicais que
desenvolvemos em defesa dos direitos dos comerciários quanto no serviços que
prestamos à laboriosa classe que representamos”.
“Os
tempos são difíceis, mas estamos preparados para encarar e superar as barreiras
que o governo tem tentado colocar no nosso caminho”, disse vice-presidente
Benedito Vieira ao lembrar que a luta do SINCOMAR não é direcionada apenas à
preservação dos direitos dos trabalhadores no comércio, mas também na manutenção e ampliação de toda uma
estrutura social que proporcione lazer e convivência harmoniosa entre os
comerciário e seus familiares”.
Composição
da chapa:
Diretoria Efetiva
Leocides
Fornazza, Benedito Vieira, Nivaldo Francisco Campos, Marco Antônio A. de Souza,
Marcos Paulo de Souza, Luiz Carlos dos Santos, Celso Luiz Schwind, Moacir Paulo
de Morais e Amilton Pedro dos Santos.
Suplentes
Cláudia
Tardivo Silva, Jamil Jacinto Souto, Joel Carlos dos Santos, Luiz Ozano de
Souza, Luzineide Marcelino de Souza, Renan Victor Guimarães, Moisés Marcelino
dos Santos, Osvaldo Fungaes e Ruedeval Pereira Gomes.
Conselho Fiscal - efetivos
Arthur
Luís Bernardes, Cláudio Machado e Isaura Camargo
Suplentes
Fábio
Francisco Valenzuela, Geraldo Alonso Leme e Rita de Cácia A. Pereira.
Delegados representantes junto à Federação - efetivos
Leocides
Fornazza e Benedito Vieira
Suplentes
Nivaldo
Francisco Campos e Celso Luiz Schwind
sexta-feira, 5 de maio de 2017
Comerciários vão às urnas
Hoje é dia de eleição no SINCOMAR. Diretores e empregados do sindicato estão envolvidos no processo eleitoral, que marcará a eleição da nova diretoria para o exercício 2017/2021. A votação começou às 8Hs e deve se encerrar às 17Hs, com a apuração dos votos coletados na base territorial do sindicato em 9 urnas (uma fixa e oito itinerantes) .
quarta-feira, 3 de maio de 2017
O mistério que cercou os últimos anos de vida do grande compositor cearense
Distante da vida pública, Belchior percorreu cidades e vivia praticamente escondido no interior do RS

O cantor e compositor cearense Belchior estava distante dos palcos e da vida pública há dez anos. Há quatro, ele vivia na cidade de Santa Cruz do Sul, a cerca de 120 km de Porto Alegre. Foi onde morreu na noite do último sábado (29), aos 70 anos de idade. O corpo foi sepultado nesta terça (2), em Fortaleza.
Com a esposa, a produtora cultural e também artista Edna Assunção de Araújo, de 50 anos, ele perambulou por pelo menos dez cidades do Rio Grande do Sul na última década. O G1 RS ouviu alguns dos anfitriões e reconta, abaixo, um pouco da passagem do artista pelo estado.
Desde 2009, Belchior e a companheira mudaram de endereço seguidas vezes. Eram praticamente nômades. O paradeiro dos dois no período é quase um quebra-cabeça.
Sem residência fixa, sem dinheiro no banco e sem parentes importantes, conforme a famosa letra de "Apenas Um Rapaz Latino-Americano", o músico era recebido em casas de amigos e fãs, sempre junto com a mulher. Geralmente, tinham as despesas pagas pelos anfitriões.
Além de Porto Alegre, o casal perambulou por Santa Vitória do Palmar, São Lourenço do Sul, Xangri-Lá, na praia de Atlântida Sul, Guaíba, Cachoeirinha, Jaguarão, Quaraí, Sobradinho e, por fim, Santa Cruz do Sul.
Segundo casamento, dívidas e sumiço
O isolamento de Belchior começou bem antes de ele mudar-se para o Rio Grande do Sul. Para ficar com Edna, que conheceu em 2005, ele se separou da então mulher, Ângela Margareth, com quem tem dois filhos.
Foi a partir de 2007 que ele começou a se afastar da carreira e dos antigos amigos. Desmarcou shows e se distanciou de vez dos palcos.
Em 2009, o sumiço virou notícia. Todos comentavam que Belchior havia desaparecido. À época, o fato se tornou uma espécie de lenda da cultura brasileira, alimentou teorias e virou tema de campanhas e até piadas na internet.
Foi quando os problemas financeiros do artista também tornaram-se públicos. A reportagem do Fantástico mostrou que o cearense foi embora e deixou para trás bens e dívidas
A TV Globo descobriu dois carros que ele havia abandonado em São Paulo. Um deles ficou na garagem ao lado do imóvel alugado que ele usava como ateliê, na capital paulsta. Era um Mercedes Benz. O outro, um Sonata, só na época acumulava dívidas de mais R$ 18 mil por estar parado no estacionamento do aeroporto de Congonhas.
No mesmo mês, a reportagem localizou o cantor em uma pousada em San Gregorio de Polanco, pequena cidade no Uruguai. Belchior contou que estava compondo, traduzindo suas músicas para o espanhol e que pretendia lançar um disco com canções inéditas quando voltasse ao Brasil. No entanto, ele não quis falar da vida pessoal e nem sobre as dívidas cobradas dele no Brasil.
Foi nesse período que o músico passou três dias em São Lourenço do Sul, no Sul do Rio Grande do Sul. O então prefeito da cidade, José Nunes, lembra que foi surpreendido com a visita inesperada do ídolo, que bateu à porta de seu gabinete.
Fonte: G1
terça-feira, 2 de maio de 2017
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